Pena Vadia

The unscripted wanderings of a trampish pen.

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  • From grief to action: at Princeton, the one-year anniversary of Marielle Franco’s assassination

    Angela Davis’ embrace of Mônica Benício was an important moment in the history of international feminism, but it was more than that. It was also the recognition of the pain that is left by the wayside, begging to be remembered, to be included in the collective memory and its endless web of Marielles, Dandaras, and Marias.

  • A chacina da Luz

    Os corpos jazem diante de um velho arquivo que somos convidados a remexer e deixar sempre aberto. Foi emocionante visitar a exposição com a curadora, Giselle Beiguelman. Ouvindo-a, fiquei lembrando a lição de Derrida, para quem o “arquivo” é também aquilo que encobre um segredo.

  • Claudia Andujar e a história em círculos

    Como disseram os alunos do seminário que oferecemos no IMS, logo após visitar a exposição: na granulação e na falta de foco se dá a “autenticidade do momento”, o que talvez seja uma forma de falar da sagração da vida. A imperfeição da imagem naquelas fotos projeta um encontro possível e necessariamente precário, em que se reacende o horizonte do humanismo.

  • Richard Morse

    Para onde vão as civilizações?

    A América Latina é um repositório de valores perdidos, ou é o terreno em que se elaboram configurações alternativas do corpo social? Pode o tomismo, com suas raízes medievais, ser atual? O que o Sul tem a dizer ao Norte? O espelho é uma forma de pensamento? O que o desenvolvimento histórico, na sua longa duração, reserva a cada um de nós? É permitido ao historiador espiar o futuro? E o que a literatura lhe ensina?

  • Angela Davis @ Brazil LAB

    Luto y lucha: homenaje a Marielle Franco en la Universidad de Princeton

    El abrazo entre Angela Davis y Mônica Benício no fue solamente un punto importante en la historia del feminismo internacional. Fue también el reconocimiento del dolor que queda en el camino pidiendo ser recordado. Es parte de la memoria colectiva el poder enlazar una red interminable de Marielles, Dandaras y Marias – para recordar la samba de la Mangueira del último carnaval en Río, que fue cantada en Princeton, mientras Angela Davis se mecía de un lado a otro, discreta, al fondo de la sala.

  • Como luto virou verbo

    O abraço de Angela Davis em Mônica Benício não foi apenas um ponto importante na história internacional do feminismo. Foi também o reconhecimento da dor que fica pelo caminho pedindo para ser rememorada, como parte da memória coletiva que pode enlaçar uma rede interminável de Marielles, Dandaras e Marias—para lembrar o samba da Mangueira que aliás foi cantado em Princeton, com direito a Angela Davis balançando, discreta, no fundo da sala.

  • The evil eye: Baldwin e a oração (one problem and two languages)

    A única sorte possível é não existir naquele olho terrível. Uma vez habitante daquele azul vicioso, uma vez lá, no olho do policial, you’re done, because you’ve plunged—or have you drowned yourself?—into that endless snowy winter where you’re the prey and he’s the one who will find you. […]

  • Chico Buarque en français

    En novembre 2018, à l’Université de Clermont Auvergne, j’ai animé un séminaire intitulé “À la recherche de la famille perdue”, qui portait sur le populisme, la politique et la sociabilité brésilienne (programme…

  • Boicote aos pilantras: Vichy é aqui

    Com muito orgulho, entrei numa lista (“a ordem é boicotar esses pilantras”) de algum bolsonarista mais tresloucado. Para além da honra da boa companhia (quem não gosta de estar ao lado da Anitta?), e agora falando sério…

  • Brás Cubas vota em Bolsonaro. E Machado de Assis?

    Um diálogo entre mortos, vivos, e os vermes que os assombram, por Sidney Chalhoub.