Category / Artes plásticas / Crítica / Estados Unidos / Ficção / Filosofia / Literatura / Política

    Loading posts...
  • Daniela Thomas

    A gambiarra como destino

    Saiu na última Serrote, “A gambiarra como destino”, texto meu acompanhado de um ensaio visual de Cao Guimarães.
    Resumo: “A precariedade estrutural do Brasil é freio e motor para artistas que, de Hélio Oiticica a Daniela Thomas, partem menos da idealização do que de uma matéria caótica hoje atravessada por acertos de conta imemoriais e convulsionada pelos mais diversos agentes políticos.” Texto completo aqui:
    https://www.academia.edu/37091594/A_gambiarra_como_destinoRead the rest

  • Cenas de leitura

    O ensaio a seguir saiu na piauí deste mês. Foi muito difícil escrevê-lo.

    A leitura é um tema que atravessa a vida e a obra de Ricardo Piglia. Onde estamos e quem somos quando lemos? São perguntas que retornam em seu último livro, Los Diarios de Emilio Renzi: Años de Formación, que acaba de ser lançado pela editora Anagrama, de Barcelona.… Read the rest

  • No es fácil

    O discurso de Obama anunciando o que talvez venha a ser a suspensão do embargo a Cuba parte de uma premissa: os mapas desenhados antes que nascêssemos não nos dizem respeito. É uma premissa em si mesma corajosa.

    Talvez tenham razão os que se mostram céticos em relação ao movimentos dos Estados Unidos.… Read the rest

  • “Here, I’m hemorrhaging time”

    A sentença, conquanto críptica, tem valor imenso. É a observação de uma norte-americana que, para passar o tempo, vem assinando questões estrangeiras na piauí, enquanto escreve outro divertido blog, o ruiva no rio.

    Mas vamos lá. É mais sério do que parece.… Read the rest
  • It might get loud

    “It might get loud” é o que diz Jimmy Page – com um sorriso no rosto e um plug na mão –  a certa altura do magnífico documentário de Davis Guggenheim, que se desenrola a partir do encontro de Page, The Edge e Jack White.… Read the rest
  • Taking Woodstock

    Inspirado no livro de Elliot Tiber, Taking Woodstock é uma joia. Uma joia, porque recusa a abordagem direta e crua do concerto mítico. No filme de Ang Lee, tudo se passa à volta de Woodstock. Não ouvimos os sons de Woodstock senão como remota música de fundo, e não vemos o palco senão como um centro distante do universo, fascinante e intangível.… Read the rest

  • Manhattan

    Ontem assisti a Manhattan, de 1979. “One of my favorite Woodies”, disse um amigo americano.

    É curioso como um artista do porte de Woody Allen torna-se uma referência tão natural para a cidade. Talvez Manhattan não fosse nunca Manhattan sem Woody Allen. … Read the rest