Category / Artes plásticas / Crítica / Estados Unidos / Ficção / Filosofia / Literatura / Política

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  • Daniela Thomas

    A gambiarra como destino

    Saiu na última Serrote, “A gambiarra como destino”, texto meu acompanhado de um ensaio visual de Cao Guimarães.
    Resumo: “A precariedade estrutural do Brasil é freio e motor para artistas que, de Hélio Oiticica a Daniela Thomas, partem menos da idealização do que de uma matéria caótica hoje atravessada por acertos de conta imemoriais e convulsionada pelos mais diversos agentes políticos.” Texto completo aqui:
    https://www.academia.edu/37091594/A_gambiarra_como_destinoRead the rest

  • Ricardo Piglia

    Literatura e respiração: Ricardo Piglia (1940-2017)

    Lemos como quem quer respirar. Continuar a leitura é às vezes uma necessidade estranha e imperiosa, como quando se arranca na corrida sem que haja mais fôlego.

    O escritor é um leitor in extremis, alguém para quem a parada não faz parte do jogo.… Read the rest

  • Cenas de leitura

    O ensaio a seguir saiu na piauí deste mês. Foi muito difícil escrevê-lo.

    A leitura é um tema que atravessa a vida e a obra de Ricardo Piglia. Onde estamos e quem somos quando lemos? São perguntas que retornam em seu último livro, Los Diarios de Emilio Renzi: Años de Formación, que acaba de ser lançado pela editora Anagrama, de Barcelona.… Read the rest

  • O pai, lá em cima

    O texto a seguir saiu no Blog da Companhia, e é sobre o novo romance do Chico Buarque:

    PD48f001 Uma história sempre esconde outra, que esconde outra, e assim por diante, até que a cadeia se interrompe e surge um relato capaz de siderar todas as histórias.… Read the rest

  • Roots of the 21st century

    I suppose this is the right time to read (or re-read) José Miguel Wisnik’s Veneno Remédio [Poison Cure]. It’s the most wonderful book on “soccer and Brazil,” published in 2008 by Companhia das Letras, and forthcoming in Spanish in Argentina (of all places…).… Read the rest

  • Neste vale a pena naufragar

    Cheguei ao fim. O fim sinuoso de Anderline, personagem e narradora de Mar Negro (Ponteio, 2014). Adorei a viagem, a graça da conversa da narradora com o autor, as piscadelas para o leitor, a destreza com que Dau Bastos juntou reflexão fina e humor, despretensão e seriedade, sem jamais ser sério onde podia evitá-lo.… Read the rest

  • A instituição da inteligência



    A instituição é a obrigação. É aquilo que nos faz crer que tudo que se dá ao arrepio de sua lei é um desvio indesejado. Fique claro: a instituição não é Princeton, a USP, o governo, a família ou o casamento.Read the rest

  • O império do sentido

    Há uma má vontade enorme lá fora em relação aos blogs. Não são poucos os amigos e colegas, de gerações várias, de quem ouço observações despeitadas. Sua crítica atinge tudo: do narcisismo patente nos blogs ao nonsense de sua prosa esvaziada.… Read the rest

  • A escrita se ouve: um grilo

    Tempos atrás, os textos eram batidos à máquina. Todo o processo de “edição” era então mais demorado, porque o que se escrevia jamais se distanciava completamente do lado concreto da vida: os tipos, e a tinta sobre o papel, faziam as vezes de aríetes que rasgavam coisas, antes de rasgar o espírito do leitor.

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  • Lição de férias

    Ontem recebi um e-mail da Marina, minha sobrinha de treze anos, com o seguinte pedido:
    PQ, eu tava aqui na casa da vovó lia fazendo lição de férias de português e não sabia como fazer. então, eu pedi ajuda pra ela e ela me ajudou, mas disse que voce poderia saber melhor.
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